{"id":447,"date":"2023-12-06T17:29:45","date_gmt":"2023-12-06T17:29:45","guid":{"rendered":"https:\/\/glennruscoe.physio\/newswebsite2\/2023\/12\/06\/revisao-sistematica-encontrou-que-o-treinamento-com-exercicio-resistido-progressivos-aumentou-a-forca-muscular-em-pessoas-com-paralisia-cerebral-e-foi-mantido-por-pelo-menos-11-semanas-quando-compara\/"},"modified":"2023-12-06T17:29:45","modified_gmt":"2023-12-06T17:29:45","slug":"revisao-sistematica-encontrou-que-o-treinamento-com-exercicio-resistido-progressivos-aumentou-a-forca-muscular-em-pessoas-com-paralisia-cerebral-e-foi-mantido-por-pelo-menos-11-semanas-quando-compara","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/glennruscoe.physio\/newswebsite2\/2023\/12\/06\/revisao-sistematica-encontrou-que-o-treinamento-com-exercicio-resistido-progressivos-aumentou-a-forca-muscular-em-pessoas-com-paralisia-cerebral-e-foi-mantido-por-pelo-menos-11-semanas-quando-compara\/","title":{"rendered":"Revis\u00e3o sistem\u00e1tica encontrou que o treinamento com exerc\u00edcio resistido progressivos aumentou a for\u00e7a muscular em pessoas com paralisia cerebral e foi mantido por pelo menos 11 semanas, quando comparado a nenhuma interven\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p>Esta revis\u00e3o sistem\u00e1tica teve como objetivo estimar os efeitos do exerc\u00edcio resistido progressivos em compara\u00e7\u00e3o com nenhuma interven\u00e7\u00e3o ou uma interven\u00e7\u00e3o alternativa nos resultados de for\u00e7a, atividade e participa\u00e7\u00e3o em pessoas com paralisia cerebral.<\/p>\n<p>Foram inclu\u00eddos ensaios cl\u00ednicos aleatorizados, ensaios cl\u00ednicos pseudo-aleatorizados e ensaios cruzados aleatorizados que implementaram exerc\u00edcio resistido progressivos para pessoas com qualquer tipo de paralisia cerebral. N\u00e3o houve restri\u00e7\u00f5es de idade. Os estudos relataram pelo menos um aspecto do volume de treinamento (por exemplo, s\u00e9ries, repeti\u00e7\u00f5es, carga, dura\u00e7\u00e3o da sess\u00e3o e do programa). O grupo controle n\u00e3o incluiu nenhuma interven\u00e7\u00e3o, cuidados habituais ou outra interven\u00e7\u00e3o que n\u00e3o envolvesse exerc\u00edcio resistido progressivos. Os resultados foram for\u00e7a muscular (resultado prim\u00e1rio), al\u00e9m de uma atividade (por exemplo, Medida da Fun\u00e7\u00e3o Motora Grossa) e um resultado de participa\u00e7\u00e3o. Meta-regress\u00f5es foram calculadas para volume e intensidade do programa em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 for\u00e7a muscular. Eventos adversos foram registrados. A escala PEDro foi utilizada para avaliar a qualidade metodol\u00f3gica dos ensaios inclu\u00eddos para indicar qualidade alta (&gt;5), moderada (5) e baixa (&lt;5). O GRADE foi aplicado a cada meta-an\u00e1lise para avaliar a certeza da evid\u00eancia.<\/p>\n<p>Dezesseis ensaios cl\u00ednicos foram inclu\u00eddos com 504 participantes. Doze estudos inclu\u00edram crian\u00e7as e adolescentes, 2 estudos inclu\u00edram adolescentes e adultos jovens e 2 estudos inclu\u00edram adultos. O exerc\u00edcio progressivo foi implementado com aparelhos de resist\u00eancia, coletes\/mochilas, pesos livres e\/ou dinam\u00f4metros isocin\u00e9ticos. A dura\u00e7\u00e3o dos programas variou de 6 a 16 semanas, normalmente 2 a 3 vezes por semana, com dura\u00e7\u00e3o de 20 a 40 minutos por sess\u00e3o. A intensidade do exerc\u00edcio foi alta (3 tentativas), moderada (12 tentativas) ou baixa (1 tentativa). A qualidade dos estudos foi relatada como alta (9 ensaios), moderada (6 ensaios) e baixa (1 ensaio).<\/p>\n<p>Houve evid\u00eancia de baixa qualidade de que o exerc\u00edcio resistido progressivo melhorou a for\u00e7a muscular em pessoas com paralisia cerebral, quando comparado com nenhuma interven\u00e7\u00e3o (SMD 0,59, IC 95% 0,16 a 1,01; 11 ensaios). Houve evid\u00eancias de alta qualidade em 5 estudos de que a melhora na for\u00e7a muscular foi mantida em m\u00e9dia 11 semanas ap\u00f3s o t\u00e9rmino do treinamento (DMP 0,40, IC 95% 0,12 a 0,68). Houve evid\u00eancia de qualidade moderada de que n\u00e3o houve diferen\u00e7a entre exerc\u00edcio resistido progressivo e nenhuma interven\u00e7\u00e3o para atividade (DMP 0,14, IC 95% -0,09 a 0,36, 8 ensaios) e participa\u00e7\u00e3o (DMP 0,26, IC 95% -0,02 a 0,54, 6 ensaios ). N\u00e3o houve rela\u00e7\u00e3o entre a intensidade do exerc\u00edcio resistido progressivo ou o volume de treinamento na for\u00e7a muscular. N\u00e3o foram relatados eventos adversos graves.<\/p>\n<p>O exerc\u00edcio de resist\u00eancia progressiva \u00e9 seguro e pode aumentar a for\u00e7a muscular de pessoas com paralisia cerebral em compara\u00e7\u00e3o com nenhuma interven\u00e7\u00e3o. Este aumento na for\u00e7a muscular n\u00e3o parece estar relacionado com a intensidade ou dose do exerc\u00edcio. N\u00e3o foram observadas melhorias nas medidas de atividade ou participa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Bania TA, Taylor NF, Chiu HS, Charitaki G. \u201cWhat are the optimum training parameters of progressive resistance exercise for changes in muscle function, activity and participation in people with cerebral palsy? A systematic review and meta-regression. <em>Physiotherapy <\/em>2023:119;1-16.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/search.pedro.org.au\/search-results\/record-detail\/74259\">Leia mais em PEDro<\/a>.<\/p>\n<p>The post <a href=\"https:\/\/pedro.org.au\/portuguese\/revisao-sistematica-exercicio-resistido-progressivos-forca-muscular\/\">Revis\u00e3o sistem\u00e1tica encontrou que o treinamento com exerc\u00edcio resistido progressivos aumentou a for\u00e7a muscular em pessoas com paralisia cerebral e foi mantido por pelo menos 11 semanas, quando comparado a nenhuma interven\u00e7\u00e3o<\/a> first appeared on <a href=\"https:\/\/pedro.org.au\/\">PEDro<\/a>.<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Esta revis\u00e3o sistem\u00e1tica teve como objetivo estimar os efeitos do exerc\u00edcio resistido progressivos em compara\u00e7\u00e3o com nenhuma interven\u00e7\u00e3o ou uma interven\u00e7\u00e3o alternativa nos resultados de for\u00e7a, atividade e participa\u00e7\u00e3o em pessoas com paralisia cerebral. 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